Empresária reforça que conhecimento é contínuo e destaca o papel do Summit Mulheres nas Profissões como oportunidade real de capacitação
Ao acompanhar a reportagem do Desenvolve Leste sobre o lançamento do Summit Mulheres nas Profissões, que acontecerá em agosto no Expo Center Norte, chamou atenção a fala de Luiza Helena Trajano, uma das maiores referências do varejo brasileiro.
Durante a coletiva, foi levantada uma questão extremamente relevante para a realidade de muitos empresários da Zona Leste: a dificuldade de acesso a eventos como a NRF, em Nova York, hoje o principal encontro global do varejo, onde se discutem tendências, comportamento do consumidor e os novos caminhos do setor.
Participo dessa imersão há 11 edições e sei o quanto essa experiência amplia a visão de negócio. Mas também sei que nem todos conseguem estar lá. E foi justamente nesse ponto que a Luiza trouxe uma reflexão importante.
Ela destacou que o fato de não estar presente fisicamente não impede ninguém de buscar conhecimento. Hoje, a informação está disponível, o que precisa existir é iniciativa. Além disso, a empresária reforçou algo essencial: o papel das mulheres no cenário econômico global. Pra mim, isso não é uma questão de igualdade ou desigualdade, mas de capacidade.
Conheço o trabalho da Luiza há muitos anos e sei há tempos de suas iniciativas para inserir a mulher em papeis de destaque em diferentes setores. E o Summit Mulheres nas Profissões é mais do que exemplo desse empenho.
A CEO também pontuou, com muita clareza, a importância de instituições como Sebrae, Senac e Associação Comercial, como grandes geradoras de conhecimento através de cursos, capacitações e oportunidades, muitas delas gratuitas, para quem quer evoluir.
No final, a mensagem é simples, mas extremamente atual: capacitação não é algo pontual. É contínuo. Principalmente em momentos de transição econômica, como o que vivemos hoje, o empresário precisa estar ainda mais preparado, buscando atualização constante para melhorar sua eficiência, sustentar seu negócio e gerar resultados.
Porque no varejo, não basta trabalhar duro. É preciso trabalhar com direção. E isso começa pelo acesso e pela busca do conhecimento.










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