A Prefeitura de São Paulo atingiu, no último dia 10, a marca histórica de 100 mil escrituras entregues gratuitamente desde 2021 pelo programa Escritura na Mão. O anúncio foi feito pelo prefeito Ricardo Nunes durante o Prefeitura Presente do Jaçanã e Tremembé, na Zona Norte, quando também foram entregues 2.846 escrituras de imóveis regularizados na região. A nova fase do programa, no entanto, deveria alcançar também bairros da Zona Leste, já que a gestão municipal havia ampliado o contrato de regularização fundiária para todas as regiões da capital.
“Comemoramos a marca de 100 mil escrituras. O documento registrado no cartório garante que a casa é da família, que vai valorizar, passar dos pais para o filho, para o neto. É uma conquista que representa dignidade de um patrimônio construído com luta de vida”, afirmou Ricardo Nunes durante a cerimônia.
O prefeito reforçou que o documento, avaliado em R$ 2.850, foi entregue sem qualquer custo aos moradores. Com a nova etapa, a capital chegou a 100.234 imóveis regularizados, somando as frentes conduzidas pela Secretaria Municipal de Habitação (SEHAB) e pela Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB-SP).
A Prefeitura já havia firmado novo contrato de R$ 681,8 milhões para ampliar a regularização fundiária nos próximos 60 meses, com meta de atender mais de 363 mil famílias em todas as regiões da cidade. A expectativa era de que subprefeituras da Zona Leste, que concentravam diversos núcleos habitacionais consolidados, fossem incluídas nas próximas fases do programa.
Para moradores de regiões como Itaquera, São Mateus, Cidade Tiradentes, Guaianases e Itaim Paulista, a ampliação representou a possibilidade de acesso futuro à segurança jurídica sobre o imóvel, com direito à transmissão da propriedade a herdeiros e à valorização patrimonial — benefícios já sentidos por famílias da Zona Norte contempladas nesta etapa.











Discusão sobre post